Helena Vasques nasceu em Olinda e escreve fantasia sombria desde 2015. Sua trilogia do Engenho Morto transporta para a Zona da Mata pernambucana as engrenagens do romance gótico, misturando assombração colonial e crítica social.
Formada em História, trabalha o folclore nordestino como fonte primária, não como ornamento. Os catopês, a cabra-cabriola e as procissões de almas aparecem nos seus livros com a mesma seriedade documental que teriam num arquivo público.
É associada fundadora da UEFB e integra o conselho editorial do catálogo.